TRECHOS DE LIVROS - Conscienciologia

*Os trechos a seguir são resultado de (auto)pesquisas realizadas por estudiosos da Conscienciologia, ciência que estuda a consciência com base no paradigma consciencial (bioenergético, holossomático, multidimensional e multiexistencial). Para melhor aprofundamento e entendimento, recomenda-se a leitura integral dos livros citados, disponíveis em qualquer das instituições conscienciocêntricas espalhadas pelo Brasil.





“Disponibilizar o laboratório consciencial significa iluminar o porão consciencial para enxergar os trafares, aprender com eles, usando os trafores para comunicar o aprendizado às outras consciências.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“A comunicação evolutiva é a capacidade madura de autoexpressão verbal, não verbal, escrita, energética e parapsíquica, realizada pela consciência lúcida da autoevolução, buscando interassistência eficaz nas interlocuções multidimensionais e visando prioritariamente à tarefa do esclarecimento.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“A necessidade de interagir com outras consciências, desde o núcleo familiar até os vínculos sociais mais distantes, faz do ato comunicativo a autoexpressão consciencial mais fundamental.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Pró-evolutivo é buscar alternativas e saídas do próprio círculo interno vicioso.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Para a consciência, o mais inteligente evolutivamente é o abandono da resistência à mudança. Querer mudar (recin) é condição sine qua non para a evolução sadia e cosmoética. Mudança exige autopesquisa.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Só a autoconscientização possibilita à consciência reconhecer a necessidade de autopesquisa constante, adquirindo mais informações sobre seu próprio funcionamento.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Pela Evoluciologia, a autodeterminação de evoluir com autoconfiança pode medir o envolvimento e o compromisso da consciência com a própria proéxis, enfrentando-se para evoluir.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Consoante a Holomaturologia, o ponto de partida para aumentar a lucidez está na vontade inquebrantável de se autoconhecer.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Reconhecer fraquezas fortalece.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Somente a consciência pode avaliar os próprios pensamentos e sentimentos, discernindo-os de acordo com a autoparapercepção dos fatos e parafatos ocorridos no entorno.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“As proéxis pessoais estão imbricadas nas grupais, semelhante à teia multidimensional. O movimento pró-evolutivo de uma conscin interfere na autoevolução e na evolução grupal.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Dobrar-se e manter-se firme e fixado no chão pelas raízes denota sustentabilidade, leveza e força, simultaneamente, afora adaptabilidade.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Para o perfil introspectivo, tímido, acanhado, os sentimentos negativos ficam represados, embotados, e se manifestam em geral na forma de doença (semanas, meses ou anos depois). (...) É o pedido de socorro do organismo, no limite de suportabilidade da pressão do conflito irresolvido.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“A mudança, quando não iniciada pela própria consciência, ocorre por forças externas, ou seja, a vida, o universo, a evolução natural.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“A principal abordagem na compreensão do que é ser uma pessoa comunicativa de modo pró-evolutivo reside no domínio simultâneo e otimizado dessas 6 habilidades básicas: saber ouvir e saber falar (nível interlocutório); saber ler e saber escrever (nível gráfico); saber traduzir e saber pensenizar (nível pensênico).”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Em geral, nos grupos familiares acomodados e tradicionais predomina o mutismo, os não ditos, a reticência, o silêncio em nome da paz doméstica, da pseudo-harmonia, da estabilidade familiar. Há a crença de que não se deve mexer em assuntos polêmicos, incômodos, provocadores de desajustes, rebeldias e violência. (...) A ausência da palavra que poderia ser dita na hora certa e no momento certo preenche o complexo universo mental das ruminações pensênicas, podendo desencadear doenças psicossomáticas, desequilíbrios emocionais e desajustes de personalidade, como neuroses e psicoses. Às vezes, uma palavra cura.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“A bagagem cultural influi diretamente na capacidade assistencial, pois, conhecendo diversas e diferentes realidades e assuntos, dentro da visão multidisciplinar, o acesso pela interlocução ao assistido estará mais facilitado. Investir na melhoria das ferramentas comunicativas como vocabulário, polissemia, idiomas, uso de dicionários, é pró-evolutivo e pró-assistencial.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Saber discernir sobre o que ler e pesquisar dentre as inúmeras informações disponíveis na era da informação na rede virtual revela o nível de maturidade e de uso da inteligência evolutiva da consciência. Dispensar a cultura inútil, evitando qualquer acúmulo de conhecimento sem aplicabilidade prática à evolução consciencial passa a ser desafio (...).”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Da mesma maneira que se aprende a falar durante a aquisição da linguagem, qualquer conscin pode aprender a 'ler' pelas energias conscienciais, de modo lúcido, por acoplamentos áuricos ou assimilações energéticas. As percepções e parapercepções, além dos 5 sentidos, podem ser treinadas com exercícios bioenergéticos para se desenvolver a habilidade parapsíquica.
(...) Assim como para aprender a ler necessita-se estar alfabetizado, conhecendo o alfabeto da língua materna, a técnica do Estado Vibracional é considerada básica na 'alfabetização' da linguagem parapsíquica, buscando-se autodomínio energético para maior amplitude da comunicação parapsíquica.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“O modo de pensenizar interfere e se revela na escrita, pois aprender a escrever é, principalmente, aprender a pensar. Há uma relação estreita entre pensenizar e escrever: a escrita traduz o pensene, sendo que o pensene estruturado e organizado embasa a escrita, tornando-a detalhe comunicativo.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“As palavras não criam as ideias. Em verdade, as palavras são tentativas (rudimentares) de traduzir ou expressar as ideias obtidas ou acessadas pela consciência. Em geral, a maioria das ideias pensenizadas não é necessáriamente própria e sim fruto do acúmulo mnemônico das informações ouvidas de alguém ou lidas em algum lugar ao longo das vidas.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“É preciso habituar-se a estruturar pensamentos claros, coerentes, objetivos. Ou seja, ortopensenizar é ordenar o pensamento, administrando o caos mental e emocional.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Nas vivências cotidianas, quem procura demonstrar o valor da reflexão, pensando antes de falar, constrói melhor diálogo na inter-relação. A tranquilidade e o equilíbrio sintetizam a postura da consciência construtiva, curiosa, cientista. Mostra-se anticosmoético sonegar ou omitir informações e ideias obtidas pela reflexão.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“O que uma conscin penseniza guarda estreita relação com o que as consciexes que a acompanham pensenizam. O modo de pensenizar, bem como seus conteúdos, seleciona as companhias intrafísicas e extrafísicas.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“A produção de pensenes é contínua, incessante, podendo ser retilínea e organizada ou caótica e dispersa. O autodomínio da produção dos pensenes é a chave da desperticidade, condição em que a consciência não se deixa mais influir negativamente pelos pensenes alheios ou xenopensenes, devido à holomaturidade alcançada.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“O agrupamento de consciências em comunidades, tanto no intrafísico quanto no extrafísico, se realiza pelas afinizações pensênicas, ou seja, pela média dos padrões pensênicos das consciências afinizadas.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Qualquer consciência tem liberdade de pensenizar o que quiser, tendo a intenção como balizador inclinando para a condição amparada ou assediada conforme escolha pessoal.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“A qualidade pensênica depende sempre da vontade, da intencionalidade e da determinação de cada consciência, fatores relevantes para o caráter hígido, positivo, neutro, autodestrutivo e/ou negativo dos pensenes. A escolha é pessoal.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Pensenização positiva (ou negativa) é ação. Quem penseniza positivamente já contribui para sua autoevolução, pois cria psicosfera otimista e tende a ser assistencial nas inter-relações, estabelecendo interlocução sadia ao atrair, por afinização, consciências amparadoras, pró-assistenciais e interessadas em evoluir. O otimismo ajuda mais a evolução consciencial, pois tende a atrair mais amparo.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Qualquer que seja a escolha do modo de pensenizar, positivo ou negativo, ortopensênico ou patopensênico, há a responsabilidade a priori da consciência, pois, conforme a tendência escolhida, consciente ou não, o nascedouro do ato está sempre na própria consciência.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“A base da convivialidade sadia está no investimento de trocas de experiências pessoais nas diversas interlocuções interconscienciais e interdimensionais, fundamentadas nos diálogos produtivos. Se o foco de cada autoexpressão estiver na possibilidade de acréscimo de conhecimento para o outro, então, a intercooperação se consolida.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Durante a interlocução, o interlocutor explicita o nível evolutivo pessoal pela maneira de falar, léxico utilizado, abordagens e visão de mundo.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Sob a ótica da Assistenciologia, qualquer interlocução consciencial possui, potencialmente, caráter assistencial.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“A vontade da consciência é soberana sobre as repressões sociais.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“A atitude pró-grupal ou pró-convivialidade sadia traduz-se pela demonstração pacífica de convivência nos diversos modos de ser e de pensar com relação às consciências de qualquer grupo. Não se refere aqui à tolerância passiva, permissiva para com atrocidades imaturas, mas à convivência inteligente, cosmoética, respeitando o livre-arbítrio alheio, mesmo contrário ao próprio posicionamento.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Deduz-se que assistir exige fortalecer-se. Às vezes, somente a vontade de assistir é insuficiente, requerendo, primeiro, o fortalecimento do ego do assistente (emissor), além da capacitação técnica e mesmo profissional, na maioria de tais interações. Boa intenção não basta.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Dispor-se a ajudar não implica assistência irrestrita, sem medir as próprias limitações e capacidade assistencial para cada caso.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“Em geral, as imaturidades apresentam-se mais relacionadas à ordem emocional-afetiva do que psicológica-intelectual. (...)
Há consciências com desenvolvido nível intelectual, mas que apresentam deficiências ou insuficiências na área emocional. (...)
A principal causa desse desnivelamento entre a maturidade intelectual e a emocional está associada ao autodesconhecimento consciencial.
Uma das razões de não aprofundamento da autopesquisa está no uso dos mecanismos de defesa do ego pela conscin. As barreiras de defesa são levantadas como falsa proteção dos incômodos e desconfortos causados pelos traços a serem reciclados.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“O ser ou a consciência madura tem maior responsabilidade por suas ações.”
(Ana Seno, no livro “Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais”)



“O posicionamento íntimo é o que dá direcionamento à vida.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Levando em conta o acúmulo de experiências adquiridas, a consciência resulta, na atual vida, na versão mais avançada dela mesma.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Este é o resultado dentro desta interligação da teia assistencial: ao melhorar-me estou inevitavelmente influenciando o entorno.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Através desta autoconsciência, consigo verificar: possuo traços natos, tanto maduros quanto imaturos. Vieram comigo de outras vidas. Essa é mais uma oportunidade para desenvolver-me, qualificar-me e retratar-me perante as sucessivas vidas já experimentadas.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“A antimaternidade é a opção consciente da mulher por não ter filhos, ou seja, estar mulher e não estar mãe.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Sou o responsável pelos fatos, atos, acontecimentos à minha volta. Não existem mais culpados, e sim possibilidades de reconstruções e reconciliações de erros do passado. A responsabilidade é minha.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Conhecer a possibilidade da verdade relativa de ponta é permitir renovar-se constantemente, e assim transformar a rotina em um novo momento todo dia.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Amar alguém é doar-se, sem exigir nada em troca. Amar alguém é quando fazemos pelo outro, desejando acontecer o melhor evolutivamente, sem reivindicações.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Compreendi: é possível dar ou doar somente aquilo que temos.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“A consciência não tem sexo: utiliza veículos sofisticados para aprender com eles, ora estando homem, ora estando mulher.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Nosso maior medo não é o de sermos capazes. Nosso maior medo é de descobrir que somos muito mais capazes do que pensamos.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Ser medíocre não vai ajudar em nada o mundo, ou quem quer que seja. Não existe nenhum mérito em diminuir nossos talentos e responsabilidades apenas para não deixarmos os outros inseguros ao nosso lado.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Você só faz aquilo que você prioriza.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“A programação existencial é individual e por isso as escolhas também devem ser individuais.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Os filhos devem ser tratados multidimensionalmente. São consciências e terão suas próprias responsabilidades neste momento evolutivo. Por isso, deve lhes ser concedido o livre-arbítrio, entendendo e respeitando suas escolhas, sendo necessária a transmissão de valores para ajudá-los nesta reconstrução consciencial. É necessário não transferir aos filhos os sonhos sonhados por seus pais, as não realizações e as obrigações. Educar é respeitar a consciência com seu respectivo histórico evolutivo.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“É necessário aprender e ensinar o respeito às diferenças.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“'Adoção' tem as mesmas letras que 'doação'. Esse é o seu real significado quando norteada pelo discernimento e pela cosmoética.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“A adoção saudável só poderá existir quando a escolha estiver embasada na interassistencialidade, o traço força de uma relação afetiva.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Existem algumas correntes, principalmente as religiosas, favoráveis à proibição do aborto, por se tratar de um atentado à vida. Esquecem de olhar a qualidade de vida à qual esta criança estará sujeita caso nasça em uma família despreparada para cuidar e educar este novo ser.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“O passado não pode ser mudado, mas o aprendizado com ele pode nos transformar para melhor.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Seus valores passam a ser adversos à evolução, pois investe todo o seu tempo em acumular riquezas e aventuras e acaba perdendo-se em seu mundo. Essa decisão pode comprometer o avanço de várias outras pessoas, cuja evolução estava associada às suas mudanças e esperavam aprender através do exemplarismo.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Quando alguém no grupo deixa de fazer a sua parte, todo o trabalho evolutivo pode ficar prejudicado.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“A evolução é individual, mas estamos todos interligados.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“O desenvolvimento do parapsiquismo é acessível a qualquer pessoa, através de técnicas, vontade e intencionalidade evolutiva.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Somente vivenciando o respeito para consigo será possível respeitar o outro.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Reflita, pondere e faça suas escolhas. O tempo mostrará os resultados e a sua decisão mudará o seu mundo. Essa mudança repercutirá em todo o Universo, pois estamos interligados, conectados a tudo e a todos. Isso é fato.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“A responsabilidade quanto à maternidade é maior do que muitas mães conseguem perceber. Muitas vezes até delegam a terceiros esse papel, quando têm filhos apenas para cumprir o roteiro mesológico.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Nós não vemos as coisas como elas são. Nós as vemos como nós somos.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“O amor verdadeiro - aquele que diz o 'não' bem-intencionado, mas também abraça para comemorar uma conquista e ampara em uma derrota - e o sentimento sincero de educar com ética e responsabilidade alicerçam a transposição de obstáculos e a superação das barreiras - vividas e experimentadas durante o amadurecimento de cada ser.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Diariamente cada um de nós usa o seu livre-arbítrio para a construção pessoal. O resultado do que cada um é hoje é consequência dessas escolhas e das ações adotadas para efetivá-las.”
(Jackeline Bittencourt de Lima, no livro “Maternidade e Antimaternidade Lúcida - A Escolha é Sua”)



“Abrir um livro é como abrir uma porta. Obrigado por ter-me aberto a sua! Porém, não me deixe assim plantado na soleira da sua atenção! Posso entrar e pousar no chão estas pesadas valises?”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“E se o caminho fosse dentro de nós mesmos?”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Deixando de lado as impressões registradas durante a vida intrauterina, não somos, ao nascer, essa folha sobre a qual as experiências da vida virão, progressivamente, deixar suas marcas, como alguns psicólogos afirmam. Segundo o Yoga, somos possuidores de uma herança adquirida ao longo de muitas vidas anteriores e causa dos Vásanas, ou tendências latentes específicas a cada um de nós e com as quais viemos ao mundo.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Ações e reações, experiências novas e novas tendências, o barco da vida voga sobre correntezas se contrariando e ondas circunstanciais entrechocando-se e, não raro, acontece de ficarmos desorientados até perder o rumo inicial para o qual os nossos Vásanas pareciam logicamente apontar.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Gente, vocês precisam entender! Havia adentrado, com total lucidez, no outro lado da vida para descobrir... A VIDA!”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“A morte não existe. Só existe a vida que a consciência vai percorrendo.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Tentei explicar aos meus amigos que a guerra estava ainda muito presente em meu espírito, que se eu estava ainda vivo era graças a esse tipo de reação instantânea que motivava agora a hilaridade deles.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“— O Yoga não pôde desenvolvê-lo muscularmente?
— Não, senhor. O Yoga me deu resistência física e nervosa, saúde orgânica, controle emocional e mental; contudo, não me deu um corpo apolíneo, pois seu objetivo não é este.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Algumas moças quiseram verificar se as primeiras observações dos seus amigos a meu respeito tinham fundamento, pois tive que recusar vários convites 'para ouvir uns discos em casa'. Recusava, de uma forma delicada mas firme, e fazia entender que a fidelidade era para mim, como continua sendo, um princípio absoluto de comportamento. Essas morenas livres e sensuais foram um teste. Passei, incólume, por ele.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Qualquer que tenha sido o sentido dessas palavras, não me atingiram, pois eu fui fiel principalmente a mim mesmo, fiel ao ideal de vida que eu me havia fixado.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Tinha clara consciência de minha esquisitice ao vestir aquela túnica, mas submetia-me de bom grado a esta prova, visando a combater um defeito comum a todos nós: o excesso de amor-próprio.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“O que sou eu, afinal, se meu aspecto exterior exerce tanto poder sobre meu comportamento emocional?”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Deus tem muitos nomes e a intenção importa muito mais do que a forma. Feliz daquele que ao passar diante de igreja católica ou protestante, de templo hindu, de mesquita, de sinagoga, de stupa budista ou de templo parsi do fogo, sinta em sua alma o mesmo respeito e amor. Feliz ainda mais é aquele que purifica seu coração e faz dele o templo dos templos.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Fiz questão de contar este episódio engraçado porque é bom não nos levar demasiadamente a sério... É bom rir de nós mesmos... Quando pensamos que somos diferentes ou superiores, acontecem estes pequenos fatos que servem para levar-nos a uma apreciação menos pedante de nós mesmos. O senso de humor é ainda a nossa maior arma para lutar contra a vaidade.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Pegue as suas asas e voe!”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“'Voar com suas próprias asas', com a liberdade e, também, o risco do voo individual, 'para o alto', ou ajustar seus passos ao lento caminhar de ruminantes indo, dia após dia, do pasto ao estábulo e do estábulo para o pasto, símbolo das comunidades religiosas?”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“A escolha é nossa?”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Sentar-se em postura de meditação é a coisa mais natural para o indiano. É assim que ele estudou na escola primária e que ele fica no templo ou durante meetings políticos. É para ele uma posição de trabalho ou descanso e não é raro ver um respeitável diretor de firma, sentado numa confortável poltrona, em seu escritório de molde ocidental, puxar discretamente, atrás de sua moderna escrivaninha, uma perna depois a outra para cruzá-las na postura clássica do Yoga, pois assim se sente mais confortável.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Ao 'chorar os nossos mortos', penso que manifestamos, sobretudo, o nosso egoísmo.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Ao tempo, longínquo, em que os homens conversavam com os deuses, um fazendeiro e o Diabo estavam sentados à beira de um caminho. Falavam de tudo e nada, do tempo, do sol, da chuva, das colheitas a virem, etc., quando, vindo de direções opostas, a Verdade e um homem cruzaram caminho diante dos dois conversadores. A Verdade carregava, nas costas, um saco abarrotado de... 'verdades' e uma delas caiu ao chão. O homem, precipitando-se, apanhou o pedaço de verdade e saiu correndo, gritando:
— A Verdade, eu tenho a Verdade!
O fazendeiro, atônito, olhou para o Diabo e disse:
— Sr. Diabo, o senhor não fez nada para impedir?
— Não. Por quê?
— Porque agora esse homem vai proclamar essa verdade aos quatro ventos e difundi-la... e assim findará o poder do senhor, poder assentado sobre a ignorância.
— Bem, pelo contrário — retrucou o Diabo — pois a primeira coisa que ele vai fazer é transformar esse pedaço de verdade em mais um dogma, aumentando, assim, a confusão e, consequentemente, o meu poder!”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“E todas as vezes que eu uso o termo 'Deus', sinto um evidente constrangimento, pois faz muito tempo que eu extirpei de mim o conceito infantil e machista de uma suprema autoridade masculina (Deus, o Senhor, o Pai, o Criador), de um Deus ciumento, vingativo, irado, autoritário, protegendo as ovelhas do seu rebanho (que imagem mais triste de total passividade!) e castigando sem piedade os que não se submetiam cegamente a ele. Em suma, uma autoridade divina com humanos defeitos elevados à potência cósmica. Terrível!”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Ao entrar no pequeno e tranquilo cemitério para verificar com o guardião o lugar do jazigo que acabara de comprar, lembrei-me da citação que, às vezes, ornamenta o portão de entrada: 'Lembres que és pó e ao pó voltarás'. Que sentença mais tetricamente materialista por parte de uma religião que se diz portadora da 'boa nova'. Se isto é boa nova, passe bem e muito obrigado!”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“A pessoa que dedica o melhor da sua existência em aliviar a dor do próximo acaba, às vezes, adquirindo poderes, não importando a fé que professe ou professando nenhuma.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“A gratidão, para certas pessoas, é um fardo muito pesado a carregar, sobretudo quando elas têm que escolher entre esse sentimento e um excuso interesse material ou, ainda, possam sentir amargor, consequência de um injustificado e infantil complexo de inferioridade, gerando o desejo de afirmar que 'eu também existo, nem que para provar isto eu tenha que agredi-lo!'.
Não importa o motivo, porque, em relação a elas, somos nós os devedores. Por acaso não foram elas que nos deram a oportunidade de desenvolver e manifestar o nosso senso de compreensão e fraternidade?”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Existe no Brasil uma simpática fórmula de boa educação que se usa, às vezes, ao despedir-se de alguém: 'desculpe qualquer coisa!'.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“As mesmas causas produzem os mesmos efeitos.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“A lição dessa vivência é que ser o campeão, mesmo (e, talvez, sobretudo) de uma causa muito nobre, é dever, é estar preparado para encontrar-se, um dia, sozinho, no meio da arena da vida, sem armas e sem escudos para lutar ou proteger-se contra a calúnia, a traição, mas o importante é, de uma forma real, efetiva, profunda, poder compreender o mecanismo da reprodução cármica de certos conflitos e perdoar, para que os mesmos não venham a repetir-se vida após vida.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“O nosso carma pessoal está relacionado a outros carmas individuais. Lembre-se do ato de tricotar um swetter de lã. Se perder um ponto, é só puxar, em seguida, o fio na lã e todo o swetter desmancha. Quem sabe se, ao compreender a fundo o mecanismo da interprisão cármica em seus aspectos negativos, não será como criar esse vazio (esse ponto que falta) pelo fato de não responder ao ódio, ou ao ato vingativo pelo desejo de vingar-se e desfazer assim, uma trama cármica nefasta que estava prestes a prosseguir.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Os verdadeiros Mestres nunca fazem demonstração gratuita dos seus siddhis ou poderes.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“(...) a morte é a libertação, o abrir feliz de uma gaiola que prende em espaço demasiado exíguo o pássaro enamorado da imensidão.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“— Peço a sua bênção. — Pratique Yoga e abençoará a si mesma!”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“(...) mas por que uso a palavra 'recluso' se a liberdade é uma condição interna do Ser?”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Ao contrário do que muita gente pensa, numerosos yogis de grande adiantamento espiritual vivem, na Índia, vida normal em sociedade, sendo comerciantes, funcionários, professores, militares, etc..”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“O Yoga não menospreza nem condena o sexo, muito ao contrário, utiliza-se dessa energia cósmica para transformá-la em energia mental e espiritual, evitando, assim, desequilíbrio e frustrações causadas pela continência antinatural, pregada por certas doutrinas religiosas.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“O sutil domina sempre o grosseiro.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Ao contrário do que se possa pensar, essa forma de comer (com as mãos, em folhas de figueira) é higiênica. As folhas são lavadas, na água corrente, antes de elas servirem de prato. Cada conviva lava demoradamente as mãos antes de passar no refeitório. Além do mais, ao utilizar a mão, nenhum indiano se queima, pois os dedos são órgãos de percepção e informação que permitem analisar a temperatura dos alimentos. O tato participa também do prazer de comer, sentindo a textura, a elasticidade, a maciez, o aveludado, etc., dos alimentos constituindo a refeição.
Depois, as folhas são oferecidas às vacas e o que cai no chão se transforma em festim para os passarinhos e as formigas.
E nós, quando vamos ao restaurante, podemos ter certeza da limpeza dos pratos e talheres dispostos na mesa? Às vezes é melhor evitar pensar em que boca entrou o garfo que eu ponho agora na minha. Enquanto que os dedos são meus e sei que os lavei com todo cuidado.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Dizem que a melhor maneira de conhecer uma pessoa é casar-se ou fazer uma viagem com ela. É verdade.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Pequenas rusgas acontecem, de vez em quando, num grupo. Elas revelam que existe sempre certa distância entre o ideal de vida escolhido e nossas humanas limitações em segui-lo e vivê-lo integralmente.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“A entidade invocada não importa, o importante é a vontade de ajudar o próximo, de forma inegoísta e impessoal, para que, por meio da generosa entrega do médium, possa fluir livremente o poder da cura.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Sente-se nele o homem que conhecia o valor das palavras, e, por isso, não se pronuncia sem primeiro pensar o que vai dizer.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Valores espirituais são comuns em todo o mundo. Entretanto, a característica essencial da Índia é uma tendência a olhar para dentro, ao invés de olhar para fora, para o mundo externo. Para buscar uma solução individual ao invés de uma regeneração social. (...) A Índia se caracteriza também pela sua atitude de absoluta tolerância para com as opiniões e religiões diferentes, assim como por um total desinteresse na conversão de outros povos às suas próprias crenças religiosas.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”, citando Nehru)



“A religião muitas vezes divorcia-se da espiritualidade. A espiritualidade quase sempre transcende a religião. A ciência nem sempre é iluminada pela luz do espírito e nem sempre a espiritualidade sabe enriquecer-se da ciência...”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“O valor espiritual essencial da Índia é a serenidade da alma, que se libertou do medo, do ódio (Ahimsa) e do apego às coisas materiais.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”, citando Radhakrishnan)



“Não há antagonismo entre progresso material e desenvolvimento espiritual, mas é o progresso espiritual que nos permite fazer bom uso do progresso material.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”, citando Dalai-Lama)



“TODO SER VIVO pode atingir a realização espiritual!”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”, citando Dalai-Lama)



“A coisa mais importante deste mundo é a verdade. Ela pode estar oculta agora, mas possui por si mesma uma força tremenda, invencível, e nada poderá impedir que um dia ela resplandesça!”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”, citando Dalai-Lama)



“(...) compreendi toda a diferença que existe entre 'capo' e 'líder'. O capo é como lobo dominante, sempre pronto a arreganhar os dentes para fazer respeitar a sua posição de mando no seio da matilha. Cioso de que ninguém possa fazer-lhe sombra, o capo quer controlar tudo e não deixa o menor espaço para qualquer iniciativa pessoal. As pessoas sob sua autoridade sentem-se oprimidas, à mercê de bruscas mudanças de humor, podendo provocar inesperadas e injustas críticas. Nesse ambiente, desenvolvem-se inveja, falsidade, medo, bajulações, hipocrisia e politicagem. Ao contrário, o líder não critica, orienta; não tolhe, estimula; não limita, mas possibilita a cada um encontrar um espaço onde possa expandir livremente o espírito de iniciativa em benefício do seu crescimento pessoal e, portanto, da própria coletividade em que está inserido. Existem também ambientes onde não há nem capo nem líder e onde os mais ambiciosos, se não os mais capazes, procuram adquirir poderes a custo de recíprocas traições.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Sempre tive, por princípio, agarrar qualquer oportunidade de aprender e de saber colocar-me na situação receptiva do aluno sedento de novos conhecimentos, em vez de trancar-me na arrogante atitude de professor que não tem mais nada a receber de bagagem porque já sabe tudo. 'Saber ouvir' significa 'abrir-se', livrar-se da ilusória pretensão à posse definitiva de um determinado tipo de conhecimento, entender que a verdade de ponta de hoje cederá lugar à verdade de ponta de amanhã, sem que a segunda conteste, obrigatoriamente, a primeira, mas a defina melhor, ampliando-a e harmonizando-a com a progressiva evolução intelectual e espiritual do homem; e, quando diante de alguém com conhecimento semelhante ao seu 'próprio', 'saber ouvir' significa apreciar uma explicação, uma comparação, uma ilustração às quais não se tinha pensado antes e, eventualmente, rir de uma anedota que, ao mesmo tempo que diverte, pode transformar um conceito abstrato em realidade viva. 'Saber ouvir' significa tornar-se mais rico intelectualmente e espiritualmente.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Eu considero guru aquele que realizou o que está ensinando.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Tudo tem um senso de aprendizagem, nada é realmente trágico. Se você analisar bem as engrenagens do Carma, tudo faz parte do que você mesmo escolheu.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Você não pode fazer nada se a pessoa não estiver pronta, se não estiver na mesma sintonia, não adianta. É como fazer massagem numa perna de pau. A pessoa vai ouvir a minha voz, mas não a mensagem.”
(Jean-Pierre Bastiou, no livro “Globe-trotter da Consciência - Do Yoga à Conscienciologia”)



“Escrever desdramatiza e esclarece.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“(...) a liberdade, embora atraente do ponto de vista teórico, nem sempre é desejada na prática porque implica no constante desafio de assumir responsabilidades, a primeira delas sobre o próprio destino, o atual e o almejado.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Conhecimento é responsabilidade.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“A melhor dessoma é a de quem completou a sua programação existencial.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Os afins se atraem.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“A vida, em qualquer dimensão, é um constante sistema de escolhas interdependentes. Optar por alguma coisa sempre implica a renúncia de outra.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“A melhor explicação não muda o fato e nem altera a sua condição evolutiva.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Todo dogma reprime.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“É em nome do amor que mais se reprime.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“A inflexibilidade apresenta-se mais intensa quanto maior a inconsistência dos dogmas estabelecidos.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Nada matou e mata tantos homens na história da humanidade como as causas ou pretextos religiosos.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“A ignorância fragiliza e escraviza a consciência.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“A fé não substitui o aprendizado.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Acreditar em algo ou algum ser superior capaz de cuidar dos seus passos e limpar todos os rastros deixados para trás é um conforto para quem não se garante quanto à qualidade dos próprios atos ou tem medo das consequências destes. Assim, rezam para não ter que pensar e pedem para não precisar fazer.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Existe uma clara diferença entre adequar-se para produzir e enquadrar-se para ser aceito.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Definir a origem das prioridades pessoais é determinar quem dirige a sua vida.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Nosso livre arbítrio é muito maior do que o admitido e reconhecido pela maioria das pessoas.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Evolução requer ação.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Acomodação, conformismo, passividade, neofobia e inércia: estes constituem os grandes inimigos a serem vencidos, e não as circunstâncias ou as pessoas.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Uma pessoa não é o que pensa ser, mas, sim, o que pensa.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Tudo aquilo a que nos apegamos de modo excessivo em algum momento será um estagnador de nossa evolução.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Ou você pensa ou alguém faz isso por você.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“O medo é o instrumento preferido pela repressão religiosa, familiar ou social. É um meio eficaz de controle e poder.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“A mesologia apenas reforça certas tendências individuais.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“O medo só se traduz em falta de coragem evolutiva quando bloqueia as atitudes necessárias ao completismo existencial.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“O medo visa, em primeiro lugar, à autopreservação. Já a chantagem é sempre egoísta.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“A intelectualidade bem desenvolvida, isoladamente, não representa evolução.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“A consciência mais madura, lúcida e cosmoética não precisa provar para ninguém a força que traz dentro de si.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Todos os atos anticosmoéticos das consciências são egoístas em sua essência, em suas causas e em seus efeitos.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Todo excesso é patológico.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“O tamanho da autoculpa, muitas vezes, é igual ao índice de autocorrupção e covardia da consciência que se prende ao passado para fugir do presente.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“O erro é sempre uma oportunidade valiosa de aprendizado.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“A única utilidade prática do passado é a possibilidade de aprendermos com ele.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“(...) na maioria das vezes, nossa dificuldade não está no problema em si, mas na relação emocional que temos com ele.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Querendo ou não, todos somos minipeças dentro de um maximecanismo multidimensional, apenas alguns estão funcionando bem e no lugar certo, outros não.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Enquanto a pessoa esperar que todas as condições estejam propícias, nunca fará nada.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Existe uma diferença clara entre reeducar e reprimir comportamentos.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Se o indivíduo diagnostica e reconhece uma dificuldade pessoal é porque já tem condições de superá-la.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Só podemos fazer aquilo que está ao nosso alcance, mas podemos fazê-lo cada dia melhor.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“O exemplo positivo e o esforço pela melhoria incomoda e constrange, porque mostra que, se a pessoa pode mudar, então eles também podem.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Em geral, a primeira alternativa descartada pela pessoa é justamente a causa mais provável de determinados comportamentos indesejados.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“É mais fácil admirar os outros do que propor-se a um esforço disciplinado e contínuo visando à melhoria dos desempenhos pessoais.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“O ser humano, por natureza, precisa de desafios. Os mais inteligentes buscam desafios evolutivos, que acrescentem algo de verdadeiramente bom para si e para os outros.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“Os amparadores confiam mais naqueles com os quais podem contar sempre, mesmo que com um percentual menor de energia.”
(Luciano Vicenzi, no livro “Coragem Para Evoluir”)



“O paradigma consciencial coloca a consciência como epicentro da própria evolução.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Os portadores de queloides afetivos, não raro, alimentam emoções destrutivas, tais como o ressentimento, a amargura, o ciúme, a melancolia, a revolta, a inveja, a reivindicação e a autoculpa, que afetam de forma consciente ou inconsciente a sua saúde psicológica e física.
Presas ao rancor e à mágoa, a maioria das pessoas tem o hábito de justificar a própria infelicidade apontando como causa o comportamento dos demais. Essa postura implica negação da autonomia pessoal e constitui uma das distorções mais comuns no uso do livre-arbítrio. Trata-se de um equívoco que conduz à insatisfação e à fuga de responsabilidades.
A desafeição interpessoal é responsável pela lentidão e, muitas vezes, pela paralisia na caminhada evolutiva do indivíduo.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O perdão real tem muito pouco a ver com a justiça humana ou com a suposta justiça divina. É muito mais autônomo e está relacionado à decisão íntima de mudar a si mesmo sem que para isso seja preciso buscar autorização, esperar o consentimento alheio ou tentar mudar o outro.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Pela assistenciologia, existe um processo dialético na dinâmica evolutiva: quanto mais nos voltamos para o estudo de nós mesmos (autoconhecimento), mais percebemos a necessidade de auxiliar os demais (fraternidade). Quanto mais nos interessamos pelo bem estar dos outros, mais recebemos informações sobre a nossa realidade íntima.
Como resultado, tornamo-nos mais úteis aos que nos cercam (assistencialidade).”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Posturas que causam mal estar íntimo precisam ser examinadas de perto e sem paixão, evitando a formação do remorso. (...) A autoculpa não resiste à lógica.
A maior parte dos sentimentos de culpa é do tipo neurótico, não tem causas reais. ”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Mas, não vamos nos iludir: amadurecer, autorrealizar-se não significa ausência de problemas, assim como saúde não é simplesmente ausência de enfermidade física.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O procedimento científico é a especificação de medidas que se devem tomar em dada ordem para se chegar a um determinado fim.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Autocura é a busca incessante da consciência pelo estado hígido, ou seja, pela saúde integral (física, energética, psicológica, emocional e mental). O resultado final desse processo é a libertação egocármica.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Somente o epicentro da experiência poderá cessar a entropia energética representada pela doença.
Não adianta tentar terceirizar a autocura.
Segundo a Conscienciologia, a heterocura não existe. A pseudocura promovida de fora para dentro, muitas vezes sem a participação consciente do interessado, sem o seu real consentimento, não pode ser duradoura. É paradoxal buscar a cura sem querer comprometer-se integralmente com ela.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Na maioria das vezes, o elemento que impede a cura é justamente aquele que seria o maior beneficiado por ela. Quem sobre com a enfermidade, geralmente, ignora a fonte, a causa real do seu problema e foge do esclarecimento de que mais necessita.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Autocura é um estilo de vida, um hábito sadio a ser implementado de forma permanente. De que adianta aplicar a vacina ao doente terminal?”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Quando já sabemos o que é o ideal, é impraticável conviver com o mais ou menos. Então, partimos em busca do ideal-possível. O que não serve não serve mesmo.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O correto é ser feliz, embora muitos já tenham aceitado a infelicidade como parte natural de suas vidas. Porém, normal mesmo é ser sadio. A doença é um sinal de que a consciência ainda não está usando sua competência natural para conservar o estado ideal de equilíbrio ou homeostase (harmonia interior).”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A doença é uma linguagem silenciosa, ou o professor de que estamos precisando.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Há pessoas que não adoecem, simplesmente, porque a enfermidade não encontra hospitalidade em suas ideias. Pensanidade = pensenidade sadia.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Levar uma vida sedentária, fumar, beber ou comer em excesso, intoxicar-se com drogas (incluindo aqui a automedicação e a medicação desnecessária) são maus hábitos suficientes para acabar com a saúde muito mais cedo do que se poderia esperar (suicídio branco).”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A maior prova de amor, de afetividade, é respeitar os pontos de vista do outro.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Já consumimos muitas vidas perdendo oportunidades de promover a reconciliação com os componentes do nosso grupo evolutivo. Essa seria uma das principais razões para voltarmos à vida humana em tantas ressomas compulsórias que sempre constituem novas tentativas de convivência.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A terapia é necessária e apresenta sempre resultados mais visíveis, imediatos. No entanto, a profilaxia, cujo resultado não aparece no presente, é mais avançada, constituindo um investimento que trará benefícios mais duradouros amanhã.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A cada ano, canhões e soldados com edições blindadas da bíblia no bolso são abençoados com água benta para ir à guerra com a maior naturalidade. É quando perguntamos: há alguma lógica nisso? Onde fica a autoridade moral para falar em paz sem o repúdio explícito ao belicismo?”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Pacifismo não é passividade.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Há milênios as religiões estimulam o sectarismo e a preconceituação, patrocinam guerras baseadas no desentendimento, na intolerância e na desafeição. Será que estão na posição mais adequada para explorar o assunto 'reconciliação'? Com que exemplos? Com qual experiência prática?”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Experimento, logo existe. E, se existe, é preciso investigar.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Para todas as tarefas: 1) há uma ou mais de uma solução; 2) há várias maneiras de executá-las, não uma única.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Toda ciência tem como compromisso oferecer soluções para determinados problemas. Sabemos, contudo, que nem sempre é o que ocorre.
Por exemplo, a pesquisa visando à alta tecnologia bélica é uma das mais caras do mundo e não é exatamente a solução de que mais precisamos para sermos felizes ou termos melhor qualidade de vida. Pelo contrário, a ciência bélica, se puder, define a qualidade da morte que teremos: bombas ou guerra bacteriológica? (...)
Isso nos leva a concluir que a ciência oficial é ainda imatura, aética ou anética, pouco preocupada com a evolução da consciência. Não prioriza o indivíduo ou dedica o conhecimento que organizou para agilizar o amadurecimento da humanidade. É a ciência sem consciência.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A melhor explicação científica sobre qualquer fato, situação, evento ou fenômeno não é a mais complicada ou complexa e, sim, aquela mais simples que consegue cobrir a maior quantidade de variáveis. Essa é a hipótese que permanecerá em vigor até que seja refutada por outra explicação ainda mais simples (Navalha de Occam).”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“As oportunidades evolutivas são singulares e se sucedem, mas jamais se repetem.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Quando se trata de evolução, a consciência merece sempre o que há de melhor. Cabe a ela e a mais ninguém a responsabilidade de buscá-lo.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Refletindo com profundidade, acabamos descobrindo que nada temos a perdoar aos demais. Temos que perdoar primeiramente a nós mesmos por termos permitido que tal situação ocorresse. (...) Perdoar é um ato de amor a si mesmo.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Por fim, aceitamos que no mundo há poucos assumindo responsabilidades cada vez maiores (os mais maduros) e o restante culpando os demais (os mais imaturos). Toda ausência de atitude positiva, assertiva e pró-ativa está onerando alguém. De qual grupo quero fazer parte?”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Não podemos mudar a biografia de ninguém. Podemos no máximo aperfeiçoar a própria autobiografia, que sempre pode ser revisada e melhorada. Cada um tem o direito de ser como é, a começar por nós mesmos. Com o fim da ilusão de mudar o outro, a correspondente expectativa frustrada, na maior parte das vezes, desaparece (economia energética), aumentando a energia disponível para a ação.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Podemos construir uma autoestima sadia, assumindo a responsabilidade pelo uso do livre-arbítrio em causa própria.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Ao cessar a condenação mental e o julgamento da atitude da pessoa, deixamos de compartilhar os pensamentos, emoções e energias dos seus desafetos humanos e extrafísicos para sintonizar os pensamentos, sentimentos e energias daqueles que objetivam promover a saúde e o equilíbrio de todos (foco sadio).”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O primeiro tipo de convivência compulsória para a consciência, seja ela homem ou mulher, é a companhia obrigatória de si mesma (egocarma).”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A partir das nossas escolhas através de vidas sucessivas criamos compromissos benéficos ou patológicos, laços espontâneos ou forçados pelos débitos com os componentes das nossas relações. O carma é justamente a trama energética, o tecido afetivo, o produto final ou a consequência desse comprometimento inarredável da evolução.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Não é possível agradar a todos sem se desagradar primeiro. Temos que fazer nossa escolha pois, na vida humana, vamos aprender que não dá para evoluir e ser aplaudido por todos ao mesmo tempo.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Desafeição é basicamente incomunicação.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Caberia ao mais maduro, ao mais experiente, sendo o que possui mais informação, a tarefa de ceder na tentativa de alcançar a melhoria do relacionamento. Mas isso na prática não acontece com facilidade.
O que nós chamamos de 'maldade', consciências maduras consideram 'falta de experiência'.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O resgate das relações afetivas é um imperativo da evolução.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Na família humana a consciência deixa-se nivelar por baixo. No grupo evolutivo tem a oportunidade de nivelar-se por cima.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Ninguém está dizendo que lares disfuncionais sejam necessários para a evolução pessoal ou que não precisem ser reciclados. No entanto, ninguém vai parar em determinada família nuclear à toa.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Mesmo na dimensão extrafísica, pós-dessoma, podemos permanecer unidos (quando existe afeto) ou atados (quando há desafeto) àquelas consciências com as quais criamos codependência afetiva.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Um autoexemplo vale por mil tentativas de esclarecimento.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Se o afeto une, o desafeto ata.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Evolutivamente estamos sempre mais próximos de quem tem problemas similares. Quando superamos uma linha de aprendizagem, somos naturalmente liberados para a próxima etapa.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Perdoar é libertar-se de ser algoz ou vítima para sempre.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Não se pode negligenciar o ciclo de comportamentos autodestrutivos gerados por uma autoestima negativa.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Emoções destrutivas isolam consciências.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Qualquer assistência, ainda que egoísta e mal intencionada, é melhor que nenhuma.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Temos o mau hábito de justificar nossos receios de mudança evocando situações compatíveis negativas ocorridas no passado (traumas). A crença no pior justifica a fuga do impasse evolutivo que representa justamente a oportunidade de crescimento.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Crises surgem para indicar que, sem uma nova estratégia, chegamos ao fim da linha. As possibilidades para aquela situação estão esgotadas.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Estaremos acompanhados de nós mesmos, por toda a eternidade. Existir implica em estar condenado à autoconvivência, nesta ou em outras dimensões.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Doença no soma é apenas ressonância de ideias doentes no mentalsoma.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Se já admitimos que podemos receber ajuda de outras dimensões, vamos nos tornar disponíveis para ela.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A raiz da palavra 'reivindicar' é 'vindicare', do Latim, que quer dizer 'vingar-se'. Achamos legítimo reivindicar os nossos direitos (vingança legítima?), sem tentar aprofundar a compreensão do conceito. Reconciliação é o oposto da reivindicação, pois significa buscar o entendimento, a afinidade, abrindo mão da conduta reivindicatória.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O esforço de compreender o outro e suas razões é um processo terapêutico para estabelecer uma nova relação, o que acaba favorecendo a ambos. Esse é o tipo de negócio em que todos ganham.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Compreender não é o mesmo que concordar.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Amar é fazer os outros se sentirem melhores do que nós mesmos nos sentimos, às vezes, em muitos aspectos.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Toda consciência é singular pela sua natureza e similar pelo seu comportamento (necessidades evolutivas). Por esse motivo, na hora da mudança inevitável, apoia-se no próprio sistema de crenças buscando o que lhe é familiar para sentir-se confortável (zona de segurança). E é justamente essa atitude que a impede de sair do lugar.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Uma das características da maturidade é a seletividade nas escolhas. A consciência imatura confunde seletividade com sectarismo. A pseudo-seletividade imatura é excludente.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Ficar doente denota incompetência para tomar conta de si mesmo.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Ninguém é totalmente inocente na própria dificuldade. Em algum momento faltou discernimento ou esforço.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Muitas vezes, a hostilidade é uma admiração mal resolvida.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O medo de errar já é, em si mesmo, uma atitude errada. O que é preciso é ser original ainda que através dos erros. Cometer erros novos, ainda não experimentados, implica que estamos fazendo novas experiências e nelas é natural errar. Cometer sem parar os mesmos erros é que é pior, pois leva a um círculo vicioso (automimese).”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“É cosmoético deixar-se ajudar. Muitos não recebem mais assistência porque não se permitem ser ajudados. Nunca é tarde para pedir ou receber ajuda.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A terefa do esclarecimento (tares) é uma sequência de desilusões cosmoéticas que libertam a consciência do ego e do grupocarma.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O mais positivo no ato de perdoar é compreender que a intenção individual sincera tem validade independente da resposta ou do reconhecimento do outro.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A partir daí, passamos a dizer: 'graças a fulano aprendi isso'. E não mais: 'por culpa de fulano, veja o que me aconteceu?'.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O perfeccionismo é uma tentativa de controle absoluto: de pessoas (manipulação), de objetos (mania) e dos fatos (ansiedade), tarefa que tudo indica ser impossível.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A consciência perfeccionista não consegue manter um nível de motivação sadia. Criando expectativas quanto à perfeição irrealizável, está sempre caindo em frustração e projetando o seu fracasso imaginário nos outros.
O perfeccionismo é a caricatura da auto-organização.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Podemos, portanto, garantir o melhor futuro evolutivo possível tomando agora, no momento presente, que é o único tempo que não tem fim, as decisões mais acertadas, escolhendo as melhores prioridades para a evolução.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A cosmoética atua de forma inexorável sobre todos nós. Alcança-nos em qualquer vida, em qualquer dimensão. Não é uma lei única para todos: atua segundo o nível de entendimento, evolução, maturidade, experiência de cada consciência. Rege, portanto, a evolutividade das consciências.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Desistir dos princípios pessoais é um tipo de autorrejeição, cujo resultado costuma ser uma carência afetiva que ninguém pode preencher, nem mesmo o amparador da pessoa. A pior carência afetiva é a miséria de autoafeto e de autorrespeito.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O homem se angustia com a própria cultura que ajuda a criar.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Segundo Vieira, a queixa é sempre uma exigência a alguém. Revela incompetência para lidar com algo. O ideal seria colaborar para mudar aquilo que nos afeta (ação), abandonando a atitude de reclamação que, paradoxalmente, é uma atitude passiva.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Saber o que é melhor e não fazer é diferente de não fazer melhor porque não sabe.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Por mais que alguém queira o melhor para nós e até nos auxilie a chegar lá, não podemos nos transformar naquilo que os outros esperam que sejamos. Autoestima é um patrimônio pessoal inalienável, construído através de uma sequência de posicionamentos e autossuperações íntimas, pluriexistenciais. São as chamadas vitórias silenciosas na eterna luta evolutiva da consciência para superar a si mesma.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A consciência é herdeira das próprias escolhas, logo, pode criar dívidas para consigo mesma.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Como no exemplo do avião, em caso de emergência, a máscara de oxigênio deve ser aplicada primeiro em si, antes de pretendermos ser úteis aos demais. (...) Cuido bem de mim para melhor servir.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O corpo sabe cuidar de si próprio quando bem comandado.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Aprender a dimensionar os fatos no seu real tamanho e importância é mais uma nova conduta igualmente valiosa a ser implementada e que levará à autocura afetiva.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“É postura sábia procurar dosar a carga de energia que atribuímos às ocorrências da vida. Temos o mau hábito de ampliar a estatura dos fatos. (...) Situações realmente dramáticas às vezes acontecem. Mas são raras e para essas horas vale a sábia fórmula: isso também passará.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Como vamos superar uma condição patológica evocando-a sem parar e, pior, através do uso de expressões dramáticas?
Num outro contexto, evocar uma ideia positiva com energia e sinceridade é válido, pois aumenta o poder de assimilação (reforço) de uma ideia, de um hábito ou mesmo do sentimento sadio por alguém.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Os fatos ocorrem de forma independente da minha vontade. Assim como eu, todas as consciências são dotadas de livre-arbítrio. Nada, ninguém, nenhum fato ou fenômeno precisa do meu endosso para atuar, ocorrer ou existir.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Mesmo os clássicos personagens sociais contadores de piadas (fuga psicológica) ou os humoristas irônicos e debochados, não costumam ser felizes ou alegres. Ao contrário, esses tipos populares costumam ser solitários, tristes e carentes afetivos, na intimidade. A assimilação negativa e o vampirismo energético também acontecem através do riso, principalmente quando o humor é negativo.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Atitudes bem-humoradas e qualidade de vida estão hoje definitiva e cientificamente relacionadas. Os pessimistas comprometem a saúde e se saem mal na convalescença.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Nenhuma consciência está pronta, terminada, perfeita do ponto de vista evolutivo. Os amparadores compreendem esse processo e por isso nos avaliam sempre pelo conjunto da obra (intenções e atos). Não por fatos isolados, pelas falhas de um momento, por uma fase apenas ou, mesmo, pelo desempenho de uma só vida.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O medo é o inimigo-oculto da evolução consciencial. Quando a informação entra pela porta, o medo sai pela janela.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Compartilhar, dividir, é sinal de saúde.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Quanto mais me exponho com sinceridade, mais os amparadores me preservam. Quanto mais tento me esconder, mais os assediadores me denunciam.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Se o ciúme é o medo da perda, a inveja é o desejo da posse. A possessividade é um traço paranoide. Um exemplo caricato dessa condição é o desenho animado da TV — Corrida Maluca —, na qual todos trapaceiam, competem e ninguém jamais ganha.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“As amizades ociosas nada somam às nossas vidas. Muitos círculos de relações significam apenas extensão do ego ou egoísmo em grupo. Incoerência, reincidência ou ignorância? Os amparadores só podem atuar quando a brecha é da terceira condição. Não podem intervir quando o problema se situa na primeira ou na segunda sutiação.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Os amparadores olham para nós com olhos sadios, com o foco no talento pessoal e na solução. Por que não podemos tentar fazer o mesmo?
Já possuímos bastante informação teórica sobre o que é o melhor. Agora falta pôr em prática (vivência). Em muitos aspectos, o que já sabemos é mais do que suficiente para nos deixar em melhor situação. O que falta não é receber mais ajuda e sim atuar de forma teática, pra valer, aplicando o que já foi aprendido.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Cada consciência pode pedir o que quiser aos amparadores. Contudo, na maioria das vezes, receberá o que precisa.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Nenhum encantamento perdura ou resiste ao desencanto produtivo da maturidade. Afinal, a crítica e o erro podem ser os maiores educadores para quem precisa amadurecer.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Se o atalho fosse o ideal, a estrada não seria necessária.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A maioria prefere brilhar no meio da ignorância do grupocarma a ser um rosto na multidão no grupo evolutivo mais avançado.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Aprender a ajudar o outro é o início de toda autocura.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O preconceito é a camisa de força do pensamento livre.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O livre-arbítrio é o instrumento magno para desenvolver a capacidade seletiva da consciência na adoção de novas escolhas. Cumpre o seu objetivo somente quando aplicado às mudanças e decisões pessoais. Somos livres para mudar a nós mesmos, seja onde for, apesar do que for.
Os pontos fundamentais da nossa programação de vida dependem mais de decisões pessoais acertadas e menos da atuação dos demais implicados ou até mesmo dos amparadores.
O problema é que cultivamos o mau hábito de utilizar o arbítrio pessoal para mudar o outro ou decidir sobre a evolução alheia, ao invés de aplicá-lo com toda liberdade para aperfeiçoar a nossa própria performance. Com a desculpa de ajudar o outro, cometemos facilmente o erro de objeto no uso do livre-arbítrio.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Conflitos breves são catalisadores de mudanças. Quando crônicos, desembocam nas enfermidades (catarse improdutiva). Adoecemos como forma de expressão de um fracasso no projeto pessoal de desenvolvimento ou quando abdicamos do uso inteligente do livre-arbítrio (subnível).”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Quanto mais talentos conscienciais nós possuímos, mais as provas da vida serão complexas.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Quem aposta na vida vive melhor.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A conduta tímida é aquela que deixa a consciência parada na porta da frente da vida sem coragem para tocar a campainha. E nesse caso, é claro, ninguém responde, porque a pessoa não declarou as suas necessidades. (...)
O ideal é a pessoa ser corajosa e ousada perante a evolução, porém, modesta perante o que ainda lhe falta aprender. A superfície de contato com a ignorância aumenta à medida que a nossa experiência cresce. E a ignorância sincera é positiva, deixando explícito aquilo que nos falta aprender.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“É muito importante saber que perdoar não significa que alguém está certo e alguém está errado. Esse dilema não mais importa. Perdoar permite sobrepairar, transcender o limite de quem teve, tinha ou tem razão.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“É bom desconfiar quando nos sentimos cobertos(as) de razão. Os assediadores atuam sob esse mesmo enfoque. Ter razão não pode ser desculpa para tudo. A legítima defesa é legítima?”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O ideal é defender as ideias que beneficiam a todos. Não precisamos mais nos defender.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“As ideias estarão sempre acima das pessoas.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Ajudar de fato é respeitar aquilo que a pessoa é ou está.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A pessoa segura é consciente do seu nível de insegurança relativa, trabalhando o tempo todo para superá-lo.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O fanático é o menos crente. Desfruta apenas do falso poder da exclusão.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A energia não cura. É apenas um meio e não atinge o âmago do problema. Daí a importância da própria pessoa atuar como agente de mudanças, participando ativamente na remissão de condições indesejáveis que ela mesma ajudou a criar. Ninguém deveria estar, eternamente, na dependência dos outros para manter o seu sistema energético equilibrado.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“As técnicas bioenergéticas têm um objetivo muito mais profilático do que terapêutico.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A experiência aponta que, sem a mudança do padrão pensênico individual para níveis mais éticos, jamais chegaremos a desenvolver a autodefesa energética. A afinidade é resultado da semelhança de padrões.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O homem é o único animal capaz de ter consciência de si mesmo em um nível mais sofisticado (autoconsciência), adaptando o seu comportamento de forma voluntária a cada situação.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Pessoas realistas planejam suas vidas e não são ingênuas, considerando as implicações antes da tomada de decisões. Tampouco, estão despreparadas para os imprevistos ou surpresas negativas (margem de erro).”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Aumentando o nosso universo de escolhas, expandimos o autodiscernimento. Mais dia menos dia, em prol do próprio futuro evolutivo, cada um é convidado pela vida a rever as escolhas anteriores.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O mais maduro participa, coopera mais e evita dar trabalho excessivo.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Quando os amparadores não podem aproveitar os resultados da maturidade consciencial, aproveitam as consequências das imaturidades para beneficiar quem esteja predisposto.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O egoísmo altruísta é justamente a postura que prioriza o aprendizado pessoal em todas as circunstâncias, com disponibilidade íntima simultânea para servir a todos.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“A chamada 'caridade', embora bem vista, esconde, muitas vezes, uma atitude arrogante ou interesseira, da parte do assistente, e passiva e preguiçosa da parte do assistido. Difícil é buscar qualificação para atender a real necessidade do asssistido. O tipo mais raro de assistência (tares) é aquela que esclarece, informa, sem tentar doutrinar, influenciar ou chantagear o 'assistido', para que utilize algum sistema de crenças.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“Comunicamo-nos de forma permanente com a multidimensionalidade, mesmo quando ignoramos o fato.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“No dicionário etimológico, 'procurar', 'pro-curare', tem uma raiz latina que significa 'buscar a cura'. E quem procura acha.”
(Málu Balona, no livro “Autocura Através da Reconciliação”)



“O ideal é tirar partido do passado para melhor elaborar o futuro.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Apresentamos de maneira geral um péssimo hábito: registrar sempre com precisão maior na memória integral de todas as vidas, chamada também de holomemória, os episódios e vivências negativas.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“É preciso limpar o lixo guardado na memória integral, para atualizar os arquivos pessoais.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Não há culpados pelas nossas dificuldades. Há deficiências a superar.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“O preço cobrado pela imaturidade é sempre aprender da maneira mais difícil. Vamos assumir a responsabilidade integral pelo que nos ocorre — sendo autoimperdoares (de nós mesmos), procurando o perdão antecipado (heteroperdão) para todos os demais, ad infinitum.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“A Síndrome do Estrangeiro é um distúrbio do comportamento, caracterizado por um estado mórbido de alienação, estranheza ao ambiente e/ou a pessoas, inadaptação, melancolia aguda, apatia, depressão, (...), podendo levar à dessoma prematura.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“O estrangeiro intrafísico sente-se exótico, distante socialmente, segregado e marginal sem saber o porquê.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“No campo sociológico, estudos demonstram que pessoas que se mudam de bairro ou cidade apresentam dificuldades de adaptação, permanecendo, durante um período variável, ainda presas ao antigo local de residência.
Muitos continuarão a cruzar a cidade para comprar pão ou utilizar serviços básicos, (...), preferindo deslocar-se e continuar visitando locais conhecidos. O fenômeno foi chamado de choque cultural. Ocorre uma impressão de incongruência e estranheza, dificultando a chegada psicológica ao novo ambiente.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“É fato que mudanças são sempre agentes de estresse, negativo e positivo. O aspecto negativo corresponde à neofobia natural e à ameaça que o novo provoca; o positivo é o crescimento e a experiência posteriormente adquiridos.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Também na Síndrome do Estrangeiro, a consciência portadora sofre da falta de familiaridade com as pessoas, os ambientes e as situações. Se a mudança, tão comum, de uma cidade para outra pode afetar tanto uma pessoa, quanto será a consciência afetada pela mudança de dimensão?”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Na literatura mundial há referências sobre as personalidades inadaptadas em geral. Na década de 50 foram chamadas de outsiders (forasteiros). O termo se refere àquelas consciências que viveram sempre ou vivem no contrafluxo social, contrárias ao espírito de sua época (zeitgeist).”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“O(A) autor(a) sempre poderá se preservar da exposição excessiva, porém, quando a intenção é praticar a assistencialidade, a escolha recairá sobre a pesquisa-depoimento, sem com isso pretender a devassa consciencial ou a supervalorização de dificuldades, posturas inadequadas ao pesquisador da autoconsciência.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Toda pesquisa conscienciológica há de ser antes de tudo um autorresgate.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Ao enfrentar o grupo com objetivos assistenciais por meio do esclarecimento, rompe-se parte da cadeia de dívidas evolutivas contraídas no decorrer das seriéxis (carma).”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Se deixamos aqui o fruto da nossa gestação consciencial — por exemplo, na forma de um livro que possa continuar ajudando as gerações futuras a conquistar a maturidade —, alcançaremos, por fim, o policarma (ajuda indireta permanente a todas as consciências, independente de laços, compromissos ou dívidas pessoais).”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“As escolas extrafísicas não se assemelham às escolas humanas, na medida em que, nas primeiras, as disciplinas serão sempre renovadas ao nível e no ritmo da evolução alcançada pela consciência.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“A vida humana consiste no teste de competência evolutiva na luta pela recuperação de CONS.
Admite-se que a recuperação de CONS dependerá sobremodo da própria maturação biológica, porém, o esforço despendido pela consciência no sentido de melhorar os seus desempenhos evolutivos será o mais importante elemento determinante para alcançar essa meta.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Qualquer consciência, mesmo aquela mais experiente, está sujeita a sofrer uma colisão de paradigmas ao voltar à vida humana para cumprir a sua proéxis, sendo acometida pela Síndrome do Estrangeiro.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“As abordagens bioenergética, multiveicular, multidimensional e multiexistencial da Projeciologia e da Conscienciologia podem contribuir para explicar processos obscuros como o autismo e a esquizofrenia, cuja origem mais remota poderia estar localizada não na vida atual, ou numa existência passada específica, mas numa série de inadaptações sucessivas à vida social humana.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Lembrar-se de vidas passadas é importante, contudo, preparar melhores vidas futuras é tarefa muito mais produtiva. A consciência é principalmente herdeira de si mesma.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“O paradigma convencional, muitas vezes, se torna insuficiente para explicar todos os casos. Em vez de um enquadramento forçado, parece mais inteligente buscar novas abordagens para explicar aqueles casos em que os padrões já estabelecidos falharam.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“A gestação é o mais estreito nível de contato físico (interfusão consciencial) possível entre duas conscins.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Os sentimentos de revolta e de ressentimento que acompanham certos processos impostos de resgate mútuo podem justificar, em alguns casos, as náuseas resistentes a qualquer tratamento convencional (hiperemese gravídica), vividas pela gestante durante vários meses.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Até que ponto podemos afirmar que tudo o que é vivido pela criança nessa fase seja fantasia e alucinação? Será que os médicos e terapeutas sentem-se mais aliviados com esta explicação lógica, oficial e aceita, que diminui sua própria angústia e ansiedade pessoal diante do fato?
E se a companhia extrafísica da criança fosse 'real'? Como se sentiriam? Com medo, inseguros? Todas as certezas se desvaneceriam num átimo, dando lugar a um grande vazio de informações.
A partir daí, somente um novo paradigma poderia ser utilizado para avaliar a normalidade.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“O bebê humano é a cria mais frágil e complexa do planeta. Precisa de cuidados durante pelo menos os primeiros 7 anos de vida. Leva aproximadamente 1 ano para pôr-se de pé e caminhar e levará mais de 2 décadas para consolidar a sua estrutura biológica. O mais grave: a conscin está temporariamente amnésica quanto à sua real origem extrafísica e quanto à proéxis pessoal e grupal a ser cumprida.
Em muitos casos, não chegará à maturidade psicológica, fixando o quadro crônico de infantilismo adulto.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Mesmo apresentando grande precocidade, até superdotação e considerável maturidade psicológica, a quase totalidade das conscins sofrerá, da mesma forma, os efeitos da maturação biológica impostos pelo soma.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“A utilização do cérebro abdominal ou emocional é mais antiga do que a do cérebro encefálico. Um dos muitos paradoxos da evolução é a consciência, imortal e experiente, conviver há milênios com um soma animal, cujas inovações são lentíssimas. Apesar do mundo moderno que o cerca, o homem ainda usa o mesmo equipamento emocional do homem de Cro-Magnon. O soma registra, reage; a consciência pensa.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“O grupocarma revela o verdadeiro nível evolutivo consciencial. Com o restringimento imposto e suas consequências, vem o contato com esse grupo de compromissos evolutivos assumidos ao longo da evolução.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Os níveis diferentes de cosmoética (código de princípios pessoais evolutivos) costumam ser a base das desafeições e das rejeições mútuas. Quando as consciências praticam diferentes códigos de ética, ocorre a sensação de incongruência.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“A autoculpa é um elemento paralisador da evolução devido à sua atemporalidade.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Como ocorre com certas personalidades intelectualmente bem dotadas, parecem muito mais maduras do que são (mecanismo de defesa: racionaliação).”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“A consciência que deve muito precisa assumir compromissos críticos quando quer saldar suas dívidas evolutivas em tempo hábil.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Negar a existência de um processo ou fenômeno não faz com que deixe de existir: 'não admito, logo não existe'. É o mesmo que pensar que a ignorância é uma forma de proteção!”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Não é nada agradável ser diferente sem querer.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Segundo Sigmund Freud, a adolescência seria o período de maior vulnerabilidade na estrutura da personalidade, mais favorável ao desenvolvimento de situações psicopatológicas.
Sua filha e seguidora, Anna Freud, considera o adolescente uma entidade semi-patológica, que incomoda o grupo.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Os Mecanismos de Defesa do Ego são normalmente inconscientes. Quando passam a ser usados de modo intencional pela consciência, podem ser reconhecidos como autocorrupção.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Sem saber lidar com a agressividade reprimida, nem saber fazer as concessões naturais que se impõem, a consciência procede a renúncias drásticas sem discernimento. (...) Faça concessões até um ponto que não signifique perdas evolutivas.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“A essa altura, ocorre uma certa torcida inconsciente pela patologização por parte da família. Melhor ter um membro da família psicótico, esquizofrênico ou autista, que se pode diagnosticar e tratar, do que alguém que: nem é suficientemente doente para ser tratado, nem suficientemente sadio para ser igual a todo mundo.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“À espera de receber uma espécie de senha, que um dia alguém, em algum lugar, lhe dará, a consciência alimenta a esperança de encontrar e reconhecer o seu grupo, os seus pares, os seus iguais. Está convicta de que há um tipo de comunicação consciencial específica, que só poderá ser captada pelos que sofrem do mesmo mal.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“O soma é a pele da consciência. A ciência é o campo das dúvidas e das respostas temporárias. Estudar a consciência pelo trajeto do útero ao cemitério é analisar apenas a dermatologia consciencial.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“A sociedade intrafísica patológica é composta de mecanismos criados para permitir a conservação da mediocridade, por meio da estampagem ou modelagem de indivíduos nivelados por baixo.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“O grande desafio da consciência madura é conseguir viver como se fosse igual a todo mundo, sabendo que é diferente de todos.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Boa vontade e boa intenção não bastam. É preciso discernimento.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Tudo indica que parte das consciências que se encontram hoje na Terra, antes da primeira vinda, estava anteriormente em outros rincões do Universo somando experiências evolutivas.
Isso responde à brilhante dúvida dos detratores da teoria da seriéxis: 'mas onde estariam as outras consciências se a população da Terra continua crescendo?'.
A resposta seria: evoluindo em outras paragens. As transmigrações interplanetárias sempre existiram. Muitos planetas já deixaram de existir, porém, a experiência consciencial evolutiva prossegue sempre.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Na tentativa de sair do corpo (usando drogas), a conscin sai do ar e não cai na real como precisa.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“O diagnóstico procurado com afinco nem sempre é para aliviar o paciente ou o seu entorno (familiares); às vezes, funciona mais como um elemento tranquilizador para o próprio terapeuta, confuso com a definição de certos casos.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“A vida humana constitui-se de uma oportunidade para a consciência purgar a sua imaturidade residual (trafares) e aprender a ser feliz. É esse o grande motivo para estarmos aqui. Felicidade requer nova rede sináptica, já que constitui uma nova conduta.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“O conformismo, a passividade, a neofobia e a inércia constituem os grandes inimigos a serem vencidos, e não as circunstâncias ou as outras pessoas. É a eterna luta contra a acomodação: a autossuperação.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“A consciência (portadora da Síndrome do Estrangeiro) procura estar alerta quanto às próprias deficiências, compreendendo que ainda é menos pior ter ficado, até então, à margem da sociedade, no contrafluxo, do que ter ficado parada no tempo, conformista, à margem da evolução.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“A loucura, em muitos aspectos, representa a fuga impossível de si mesmo.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“O indivíduo chamado de louco é aquele que vive perdido numa viagem interdimensional sem fronteiras.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Na pessimista visão freudiana, a normalidade seria uma ficção ideal e a normalidade absoluta seria utopia, não podendo jamais ser atingida.
(...)
Segundo a pesquisa realizada por esses autores, nas obras de Sigmund Freud há mais de quatrocentas referências à neurose e nenhuma à saúde. Contra fatos não há argumentos.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“A divergência, muitas vezes, será justamente a representação da saúde e o conformismo — adaptação — será a própria manifestação da patologia.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Nem sempre o indivíduo que difere dos seus semelhantes, perturba a sociedade ou escandaliza sua família é doente. Muitas vezes, pode ser o representante do paradigma da saúde em tempos de insanidade grupal e coletiva.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Depois de incentivada a crer sem ver, a conscin (religiosa) passa a ver o que foi ensinada a crer. Quem, nesse caso, torna-se então responsável pela sua doença mental?”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Somos filhos e frutos da cultura aprendida, da mesologia, da genética humana; contudo, somos primordialmente herdeiros de nós mesmos, através da paragenética auto-herdada.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“As três categorias terapêuticas — psicólogo, psiquiatra e psicanalista — não andam necessariamente juntas e, muitas vezes, estão em franco desacordo entre si quanto ao diagnóstico, às técnicas e ao tratamento dispensado ao paciente.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“A maior responsável pela profilaxia e pela conservação da saúde mental individual é a própria consciência, antes de tudo.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Genialidade é empregar os atributos conscienciais de modo simultâneo, em prol da evolução.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Maturidade: esforço para autocorrigir-se sem querer mudar ninguém.”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“O que dá validade ao trabalho científico, segundo o paradigma consciencial, é antes de tudo a vivência pessoal: experimento, logo existe (dedução lógica).”
(Málu Balona, no livro “Síndrome do Estrangeiro”)



“Abrir os 'olhos' para os fenômenos além do físico significa também participar mais diretamente do que já ocorre ao seu redor, porém, não é detectável através dos sentidos físicos.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“Vários atributos do mentalsoma - a concentração e a habilidade de silenciar os pensamentos, por exemplo - são úteis para a clarividência. Contudo, o trabalho principal de desenvolvimento da clarividência está no soma (relaxamento) e no energossoma (desbloqueio e expansão).”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“Outras linhas de pensamento/misticismos (...) combinam estados da consciência com o conceito de dimensão aqui apresentado.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“O princípio científico da navalha de Ocam propõe que, se houver duas teorias para explicar um mesmo fenômeno, deve-se optar pela mais simples.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“A evocação tem eficácia proporcional à intensidade dos pensamentos e sentimentos.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“A evocação seguida de acoplamento áurico pode criar um círculo vicioso (evocação - acoplamento - lembrança - evocação...), mantendo a consciência intrafísica em constante contato com a consciência extrafísica. Isso pode, por sua vez, causar um atraso na adaptação à nova condição da consciência extrafísica no período entre vidas.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“A clarividência é independente da visão física, portanto podemos, tecnicamente, fazer exercícios de clarividência com os olhos fechados. Contudo, após alguns minutos de relaxamento nessa condição, grande parte das pessoas entraria em estado hipnagógico. E a pergunta surgiria: hipnagogia ou clarividência?”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“A clarividência pode ser experimentada na ausência completa de qualquer fonte de luz visível, ativada e desativada diretamente através da vontade, dispensando até mesmo técnicas e procedimentos.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“A visão física é algo bastante claro e objetivo para todos nós. Na analogia das telas, isso significa que a tela de trás (visão física) tem tanto brilho que torna difícil a percepção do estímulo da clarividência através do psicossoma. As imagens de clarividência apresentadas na tela semitransparente ficam ofuscadas ou imperceptíveis, dado o brilho muito maior da tela de trás.
(...)
A maioria das técnicas apresentadas neste livro busca 'diminuir o brilho' da tela da visão física, de modo a facilitar a percepção das imagens na tela da clarividência.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“Por que me vejo em situações indesejadas? Que importância devo dar ao meu tempo? Estou atuando com maturidade suficiente nos papéis que assumo, como consciência, em minha vida?”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“Vale ressaltar que o medo de qualquer tipo de parapsiquismo é injustificado, se entendido como sendo uma habilidade natural. A realidade extrafísica não se altera porque podemos acessá-la ou não.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“Às vezes, o mais difícil não é saber o que temos de fazer, mas saber o que deveríamos parar de fazer.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“Seria bom se fosse verdade o mito popular de que 'se fizer coisa ruim, os guias espirituais tiram o dom de você'.
(...)
O que acontece muitas vezes não é exatamente um 'corte' da clarividência, mas sim uma interrupção na ativação ou patrocínio da mesma. A interrupção da ajuda normalmente se dá porque o amparador não quer compactuar com as ações negativas.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“As más escolhas retiram, no mínimo, um aspecto da liberdade individual: à medida que a atividade ilícita se desenvolve, mais e mais segredos têm de ser mantidos pelo grupo. Assim, os indivíduos do grupo agora têm o poder de prejudicar uns aos outros, usando o que sabem para chantagem, por exemplo.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“A lógica disso é que cosmoética chama cosmoética e o oposto é também verdadeiro. (...) Não há punição ou sentença, só causa e consequência, em geral, piorada pela própria imaturidade das consciências envolvidas.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“O padrão é um reflexo do código de cosmoética e, quanto mais avançada a consciência, mais cosmoética será. Portanto, o nível de cosmoética do experimentador determina o nível evolutivo máximo que estará mais facilmente observável nos exercícios.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“Todas as ações de pensamento e sentimento, incluindo a intenção verdadeira do experimentador, são sempre públicas do ponto de vista extrafísico. Ao contrário de certas situações no intrafísico, em que alguém pode dizer uma coisa e pensar outra, a consciex tem a possibilidade de 'ler' a intenção real do experimentador, que transparece através das energias. Nesse sentido, a premissa de que 'ninguém está vendo' é inválida se considerada a multidimensionalidade.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“Sabemos que o padrão dos nossos pensamentos e sentimentos evoca (ou chama através de energia) consciências com padrão similar. Se o padrão for algo no sentido de 'estou aqui para aprender e ajudar no que for possível, buscando um nível maior de lucidez e cosmoética' atrairemos logicamente consciências nesse padrão.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“(...) em condições normais de saúde e lucidez, não existe imaginação sem esforço mental. Ver a aura, as energias ou uma consciência extrafísica é uma coisa, imaginar é outra. A diferença é tão clara quanto 'beber água' versus 'imaginar-se bebendo água'.”
(Rodrigo Medeiros, no livro “Clarividência - Teoria e Prática”)



“Na Conscienciologia, assim como na Arqueologia, não escavamos o passado com picaretas ou explosivos, e sim com pinça, pincel e paciência.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Apesar do inegável valor terapêutico da retrocognição, esta não pode ser vista como uma panaceia universal – o remédio infalível para todos os males. A verdadeira panaceia é a evolução, a qual só é obtida passo a passo, por meio do esforço e da lucidez pessoais, e somente pode ser acelerada com muito trabalho.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Crescemos muito mais lembrando nosso último período entre vidas que recuperando as memórias de várias vidas intrafísicas anteriores.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Como não é possível voltar ao passado para mudá-lo, sejamos mais lúcidos e pragmáticos e pensemos no que é possível ser feito de prático e efetivo no aqui-e-agora multidimensional.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“As retrocognições são inevitáveis no processo de amadurecimento da consciência. Quanto mais a consciência amadurece, mais se lembra de suas experiências passadas e, quanto mais se lembra, mais pode amadurecer.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“A conclusão óbvia é que, para estudar a consciência, é necessário usar a própria consciência. Isto leva inevitavelmente à pesquisa participativa, em que o pesquisador é, na maioria das vezes, também a cobaia, enquanto que sua vivência diária, dentro do corpo e fora dele, é seu laboratório consciencial.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Com uma série de existências, incontáveis atributos, inúmeras memórias, várias inteligências, alguns egos e quatro veículos de manifestação, é inevitável concluir que a consciência é o objeto de estudo mais complexo que se pode vislumbrar neste momento evolutivo.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“A consciência existe e não pode ser destruída, não para e não pode ser parada, não silencia e não pode ser silenciada, manifesta-se e não pode ser isolada. Sua mera existência, por mais limitada e autista que seja, perturba o universo e as outras consciências, criando o mantendo laços energéticos com tudo e todos. Só por existir a consciência age.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Provavelmente até mesmo as experiências mais longínquas da consciência, quando esta era algum ser unicelular, vegetal ou animal subumano, e mesmo as vivências já como ser autoconsciente, em outros planetas, antes da transmigração para a Terra, estejam incluídas na memória da consciência.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Toda função biológica, ação motora, percepção física, pensamento ou memória usa um determinado conjunto de circuitos neuroniais. Cada impulso nervoso, transmitido através de cada um destes circuitos, passa por vários neurônios, em sequência. Este impulso é transmitido na forma de condução elétrica (despolarização), ao passar pelo neurônio, e na forma de transmissão química (neurotransmissor - receptor) ao cruzar o intervalo (sinapse) para o próximo neurônio.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Uma nova memória é mais facilmente registrada e mantida se puder ser associada a outras preexistentes. Normalmente a retenção da memória é maior quando distintos tipos de estímulos confluem e se somam no registro da mesma experiência. (...) Quanto maior o número de circuitos estimulados, mais aquele registro tende a ser estável. Pelos mesmos motivos, o interesse, por envolver emoção, reforça memórias.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Ao longo da evolução biológica, vários seres vivos desenvolveram a priorização do registro de eventos que possam ser críticos à sua sobrevivência. Contudo, o estresse de longo prazo causa saturação dos neurônios e seus circuitos, levando à hipomnésia.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“O mecanismo de reaprendizado evidencia que uma memória não é perdida, simplesmente perde sua intensidade, ou o cérebro perde seu endereço ou índice e não tem como localizá-la.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“A própria aparência do psicossoma é uma evidência da paragenética. O caso mais sério que se conhece de falha na mesma é a dos mutantes extrafísicos, os quais são consciências extrafísicas humanas que chegaram ao seu mais alto grau de desorganização íntima, a ponto de não poderem sustentar uma forma extrafísica estável. Enquanto neste estado, não são capazes de assumir um soma em formação e catalisar o desenvolvimento normal do novo corpo.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“De certa forma, pode-se afirmar que o psicossoma é um morfopensene mantido pelo mentalsoma.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Como seres conscientes, perturbamos significativamente o oceano de energias imanentes no qual estamos imersos, criando ondas e propagando informações. Deixamos o rastro pensênico de nossa personalidade ao longo de nossas existências por todos os lugares ou dimensões onde passamos.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Sabe-se que matéria e energia são essencialmente a mesma coisa manifestando-se como dois estados da mesma 'substância' ou propriedade universal.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Em nosso nível evolutivo, somos capazes de absorver a energia em suas formas imanentes e conscienciais, porém mobilizamos e exteriorizamos somente energias conscienciais.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“O pensene pode ser definido, então, como a unidade mínima, indivisível, de manifestação da consciência.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Como em um fóssil, o passado está presente em nós, hoje.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“A consciência evolui por meio da acumulação de experiências, numa série longuíssima de vidas sucessivas em diferentes corpos, espécies, planetas e dimensões.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Um ponto que escapa à maioria, essencialmente devido aos condicionamentos sociais e religiosos, e à falta de vivência extrafísica, é que, para as consciências mais lúcidas, o choque ou trauma da ressoma (renascimento) é muito mais intenso que o da dessoma (morte).”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Com certeza se pode afirmar que é mais fácil relembrar aquela existência intrafísica de 30 séculos atrás que nosso último período intermissivo. Isso se deve às limitações nas analogias cerebrais e às diferenças pensênicas entre estes diferentes tipos de memórias.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“A retrocognição só pode ser considerada sadia quando impulsiona a consciência para a frente.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“É importante frisar que o único tempo real é o agora, porque é quando podemos atuar. Devemos nos lembrar do passado para nos conhecermos melhor, evitarmos os mesmos erros e orientarmos com mais exatidão nosso caminho rumo ao futuro.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“A maturidade consciencial e a compreensão cosmoética são essenciais para perdoar a todos e para ser perdoado (e às vezes para não o ser).”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“A hipnose pode ser uma poderosa e válida ferramenta de assistência e pesquisa se bem empregada, contudo é uma intrusão energética – parente de primeiro grau da lavagem cerebral – e deve ser evitada sempre que possível.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Aceita-se hoje o consenso de que aproximadamente 10% da população não cedem ao transe hipnótico, outros 10% entram em transe hipnótico profundo e os restantes 80% são passíveis de um nível superficial de sugestão hipnótica.
Observou-se também que, em geral, as pessoas mais criativas e inteligentes (pelo menos sob o conceito tradicional de inteligência) são as mais predispostas a serem hipnotizadas, enquanto que esquizofrênicos são quase que impossíveis de serem postos em transe hipnótico.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Existem muitas formas de hipnose, umas mais brandas e outras mais dominadoras. É impossível viver sem aplicar ou receber certo nível de imposição ou sugestão hipnótica. Todos somos sugestionadores, sugestionáveis e sugestionados ao mesmo tempo. Existe alguma influência hipnótica na maioria de nossas relações.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Ao contrário do afirmado e defendido por muitos dos profissionais da hipnose, esta diminui o nível de lucidez do hipnotizado, e não o incrementa. (...)
O hipnotizado realmente entra em um estado consciencial em que certos atributos da consciência ficam exacerbados, como a atenção e a memória, por exemplo. Porém, está no extremo oposto da cosmoconsciência. Na hipnose, a vontade, mola mestra da consciência, fica subjugada por uma vontade externa.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“A hipnose pode ser uma poderosa e válida ferramenta de assistência e pesquisa. Contudo, pode ser comparada a uma cirurgia, sendo, neste caso, uma intervenção na intimidade da consciência, seus corpos sutis, pensenes, memórias e energias. Da mesma forma que um procedimento cirúrgico deveria ser o último recurso médico, a hipnose é aceitável quando todas as outras abordagens conhecidas já foram tentadas ou descartadas depois de criteriosa análise. Alguns veterinários humanos apelam para a cirurgia de maneira simplista e precipitada, da mesma forma que alguns terapeutas usam a hipnose como uma cirurgia exploratória, que deixa mais sequelas que benefícios.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Se, hoje, alguém tem extrema facilidade para hipnotizar outros, algumas vezes sem nem mesmo necessitar falar, bastando o olhar, toque físico, estalar de dedos ou o posicionamento de uma das mãos sobre a testa do hipnotizando, deveria considerar seriamente a possibilidade de ter sido assediador extrafísico veterano recentemente. Amparadores nunca atuam desta forma e nenhuma de suas ações sequer se assemelha à hipnose. Por outro lado, muitas das abordagens dos assediadores lembram a hipnose.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Baseado nos fatos conscienciais e evolutivos, vê-se que não existe heterocura, mas somente autocura. O médico, psicólogo, professor (...), ou qualquer outro podem ser, no máximo, elementos desencadeantes ou facilitadores do processo de autossuperação.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“O mais poderoso fator desencadeante de qualquer fenômeno parapsíquico é a vontade decidida e constante.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Nossa proéxis atual, a qual foi planejada para se valer de nossos trafores e também para nos ajudar a superar nossos trafares.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Dentro da abordagem conscienciológica de autonomia consciencial, visa-se ao aprendizado, à aquisição e ao desenvolvimento de novas capacidades evolutivas, superando a necessidade de depender de outros para obtenção de avanços que, em última análise, são de nossa própria responsabilidade.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“A melhor maneira de obter retrocognições, assim como projeções conscientes, é tentando.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Em vez de lamentar o que faltou obter, valorize e explore ao máximo os resultados que for alcançando.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“O único tempo real é o presente, porque é quando se pode aplicar o livre arbítrio, decisão e ação.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“Para a consciência expandida, o passado e o futuro são ilusões. O primeiro existe somente como efeito de nossa memória pessoal e grupal, ou pela observação dos efeitos deixados por eventos naturais ocorridos (memória da natureza – fósseis, formação geológica e muitos outros). O segundo é um conjunto de probabilidades que mudam, se reforçam ou se cancelam, de acordo com cada evento do presente.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“A evolução do cosmo não está seguindo um calendário que leva o nome de um ser humano (um Papa), representante de uma determinada religião (não universalista) dentre as muitas de um pequeno planeta na periferia de uma das incontáveis galáxias do universo visível.”
(Wagner Alegretti, no livro “Retrocognições - Pesquisa da Memória de Vivências Passadas”)



“O determinismo sobre nossa vida é básico, mas relativo.
Nossa liberdade condicionada de manifestação consciencial é sempre bem mais ampla do que julgamos.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Quanto mais avançada ou evoluída seja a proéxis, maior o percentual de megafraternidade vivida e incluída em seu planejamento ou em suas cláusulas no curso intermissivo.
Seja qual for a sua proéxis, o seu objetivo será sempre alcançar a desperticidade, se você não é um ser desperto.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“No esforço da evolução, vale ter qualidade competitiva com a gente mesma.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Nenhuma consciência morre.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“A maxiproéxis é um destino intrafísico alternativo, diferente da existência da conscin vulgar da massa impensante.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Quanto mais evoluída a consciência, maior a sua capacidade de desempenho da proéxis, contudo, a sua proéxis vai se tornando cada vez mais sofisticada e apresenta maiores dificuldades para ser cumprida em relação à conscin vulgar.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“A proéxis é realizada em todos os minutos da existência, como o resultado das pequenas grandes coisas.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“A programação existencial é adaptável ou mutável, suscetível de renovações ou ampliações, conforme a complexidade do seu desenvolvimento e a extensão do universo consciencial ou intrafísico que abarca as suas tarefas. Evolução significa mutabilidade e renovação.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Toda programação existencial é fundamentalmente cosmoética em suas premissas e em seus fins.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Toda proéxis é única, singular, personalíssima ou exclusiva de determinada consciência.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Não existem duas consciências que recebam duas proéxis planejadas exatamente idênticas, nem mesmo de siameses.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Toda proéxis é plenamente exequível ou factível, com razoável folga, por parte da consciência, dentro do seu contexto evolutivo e da extensão da sua competência. A execução de uma proéxis pode ser complexa e problemática, mas jamais irrealizável.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Nenhuma proéxis, para ser concluída, precisa que outra proéxis seja eliminada ou deixe de existir para dar-lhe o lugar.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Não existem duas consciências idênticas.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Toda programação existencial exige cultivo diário a partir de um fato natural: nem toda semente germina.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Não podemos exigir performances avançadas de quem tenha uma proéxis primária para executar.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“A sabedoria da solidariedade lúcida já é uma recompensa natural.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Inflexibilidade, teimosia, intransigência e radicalismo não são a mesma coisa que constância.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Uma das prescrições técnicas para o êxito na execução da proéxis é eliminar as amizades ociosas com pessoas - turistas evolutivos - que só desejam se divertir, ignorando os princípios da evolução consciencial.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“A fórmula máxima ou o ideal mais simples e prático na execução da programação existencial é a conscin não deixar o erro acontecer.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“A maior teoria ainda não é fato comprovado.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“O maior discurso ainda não é realização razoável.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“A quilo que não serve à nossa evolução, não serve mesmo e deve ser desprezado e alijado.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Universalismo não é murismo.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Primeiro, o homem trabalha denodadamente nas minas para desenterrar o ouro de debaixo do solo. Depois, trabalha denodadamente para enterrar o ouro que desenterrou, no subsolo das caixas de segurança dos bancos, onde fica sem o seu contato direto, como era antes debaixo da terra.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Ao adorar um ser que considera maior quanto às suas qualidades e potencialidades, a pessoa se julga isenta de fazer autoavaliações evolutivas, exime-se de suas obrigações, passando para outrem as suas responsabilidades.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Criogenia com todo o seu aparato tecnológico: um último ato de ignorância quanto à multidimensionalidade consciencial.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Uma das piores prisões humanas, ectópica, castradora da proéxis, é a do prisioneiro de um sistema de crença.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“O dissidente, a rigor, não é nosso inimigo, mas uma conscin que discorda democraticamente de nossas ideias e colocações, um posicionamento natural que devemos respeitar.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“O dissidente é nosso colaborador atípico. Quem se afasta para nos dar passagem ajuda nosso trabalho.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Cosmoeticamente, as dissidências ideológicas não devem nem podem abalar a verdadeira amizade.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“A cosmoética indica que respeitemos o nível evolutivo de todos os seres, sem forçá-los a aceitar este ou aquele ponto de vista nosso, seja este correto ou errado, evoluído ou anacrônico.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Podemos viver discordando de uma conscin e, ao mesmo tempo, cooperar e aprender muito com ela.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Quem está só ou permanece isolado porque assim deseja, pode estar praticando, pelo menos, o mal da omissão.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“As consciências mais livres são as escravas da cosmoética.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“A ambiguidade do tempo exige que estabeleçamos uma sólida conduta-padrão a fim de aproveitar a uniformidade dos minutos. Daí nasce a autorganização evolutiva.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Segundo as pesquisas atuais, dentro da Tanatologia ou da Dessomática, há 3 trafores característicos à maioria das conscins centenárias:
1. Harmonia. O senso de harmonia.
2. Vontade. A força de vontade.
3. Ajustamento. A capacidade de se ajustar.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“O compléxis não é resultante de fatos heroicos ou magistrais e sim de pequenas porções de sacrifícios e serviços a favor do bem comum.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Um fator de autodesorganização, aparentemente simples, pode apontar um incompléxis subjacente em andamento.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Errar, em geral, é igual a fazer cara feia: exige muito mais esforço e energia do que acertar ou sorrir.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Se o compléxis é o diploma da vida humana, a moréxis é o troféu da conscin.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Lei básica da assistência interconsciencial: o menos doente, mais experiente, ajuda o mais doente, menos experiente.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Ignorar um problema, por menor que seja, não traz nenhuma segurança íntima à consciência ignorante.”
(Waldo Vieira, no livro “Manual da Proéxis - Programação Existencial”)



“Nossos conhecimentos aumentam sempre, através de nossos atos, em qualquer hora e lugar em que nos manifestamos.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Sair do corpo humano, com lucidez, é a mais preciosa e prática fonte de esclarecimentos e informações prioritárias acerca dos mais importantes problemas da vida, elucidando-nos sobre quem somos, de onde viemos e para onde vamos.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Toda pessoa sai sempre do corpo humano, mesmo que sem lucidez. Isso é um fato inevitável.
Qualquer pessoa pode sair do corpo humano com lucidez. Basta querer com vontade firme e empregar técnicas específicas.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Não existem verdades absolutas. Tudo tende a evoluir.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Se você pensa que o autoconhecimento exige muito esforço, tente evoluir com a ignorância.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“É bom refletir que o ato de esclarecer os outros é mais difícil e muito menos simpático do que o ato de consolar os outros. Contudo, é mais produtivo evolutivamente para todos nós.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“O equilíbrio da saúde das energias conscienciais da pessoa depende do que ela pensa, sente e age. Isso significa que depende da sua vontade exclusiva e da sua intenção mais profunda.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Nem todas as pessoas usufruem da assistência de um amparador: apenas a microminoria das pessoas que já renunciaram ao seu egão. Somente raras pessoas, que trabalham pesado em favor das outras, têm mais de um amaparador extrafísico.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Assim como a memória cerebral recente da pessoa madura, o veterano da vida, é a mais difícil de ser conservada; a memória integral recente da consciência é a mais difícil de ser acessada.
É menos difícil termos retrocognições de vidas pretéritas de 2 milênios atrás do que recordar o que fazíamos 2 anos antes de assumirmos o corpo humano.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“A consciência humana herda muito mais de si mesma, parageneticamente, do que, geneticamente, da mãe e do pai.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Ninguém foge ao próprio passado, mas o passado somente serve para se evitar cometer os mesmos erros.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Ao contrário do que afirmam as ciências convencionais, dermatológicas, que investigam tão somente a pele da consciência, os processos evolutivos em grupo, quando pesquisados extrafisicamente, evidenciam que a consciência do filho, na maioria dos casos, tem responsabilidade quanto ao sexo do soma e pelo corpo humano que tem.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Há pessoas que não dispõem de inteligência bastante para impedir a putrefação do próprio soma enquanto ainda vivem, conscientes, com ele.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“A inatividade física continuada mata o corpo humano.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“O que importa, antes de tudo, para a consciência, em qualquer dimensão em que se manifeste, é o nível da sua lucidez.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“O passado somente deve existir pelas lições que nos deixou. Excluído este aspecto didático do tempo passado, só nos deve interessar o presente-futuro.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“O prêmio do completista existencial é escolher um soma futuro melhor, no próximo período evolutivo, multiexistencial.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“O triunfo máximo da consciência humana é o completismo existencial.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Toda amoralidade intensifica o percentual de erros pessoais.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“A reperspectivação ou reciclagem racional da vida humana cura definitivamente a melancolia intrafísica.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“A vida multidimensional é indescartável para qualquer um nós.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“A cosmoética recomenda a prioridade de seus trabalhos em um princípio: é sempre melhor a predominância do seu esforço em favor dos outros, mesmo com o sacrifício pessoal, do que a predominância em favor de si mesmo, sem nenhum sacrifício pessoal, dentro do caminho da dinamização da Evolução Consciente.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Cada um de nós tem uma intencionalidade indevassável e inalienável.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“É tão inútil como entrar no trem errado, que segue na direção contrária à sua, e correr pelo corredor, na outra direção. O trem carregará você sempre, inapelavelmente, para trás ou para o atraso.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Não existem favorecimentos desonestos nem privilégios anticosmoéticos dentro do mecanismo das leis fundamentais que regem o Cosmos.
Somos o que construímos por nós mesmos.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“O conjunto de nossas energias situam-nos, cada qual, consciente ou inconscientemente, em determinado nível específico de vida, em qualquer dimensão, o tempo todo.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Já tem certo nível notável de discernimento quem tem 4 coisas: bom gosto, boa vontade, boa intenção e bom humor.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Ninguém consegue fugir aos efeitos dos próprios atos.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Nossa memória integral registra tudo o que fazemos, sem falhas. Isso é atestado a nosso favor ou depoimento contra nós.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Os semelhantes se atraem com força irresistível.
Ninguém perde ninguém. Ninguém se livra de ninguém.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Nossas energias pessoais denunciam sempre o nosso nível de realização evolutiva.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“Todo livro funciona apenas como fonte de informações.
Toda conclusão, ou decisão renovadora, somente deve ser posta em prática depois da vivência pessoal, direta.”
(Waldo Vieira, no livro “Nossa Evolução”)



“As experiências fora do corpo denso são fatos, independentemente da maneira como cada qual as explique por si próprio.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“A circuntância de o estudante escolher assunto elevado para pesquisar não significa ser portador de elevação, apenas revela as suas necessidades.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“A projeção consciente permite à criatura substituir a crença pelo conhecimento.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Quanto maior a evolução da conscin, melhores as condições conscienciais anteriores ao renascimento.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“O emocionalismo tira a capacidade de decisão serena e a racionalidade da inteligência.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“As projeções ensinam que nunca se devem desprezar os conhecimentos pessoais e as amizades conquistadas no transcorrer da existência humana, por mínimas que sejam. Agora ou depois, aqui, na matéria ou algures, na dimensão extrafísica, os destinos se cruzam e as alegrias se renovam porque nenhuma inteligência se extingue no caminho da evolução.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“O sexo, antes de mais nada, está na mente. O órgão sexual mais importante é a cabeça. Domando-se a mente, domina-se o sexo e tudo o mais.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Somente a autoridade consciencial permite ter supremacia sobre as consciexes enfermas.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Tudo na essência da vida é pensamento, emoção e energia. O que pensamos apaixonadamente materializamos, impregnamos de vida, emitindo energia.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“O tempo é uma unidade de medida humana. Com a primeira morte, só morre o tempo e o soma. Quem desativa o soma vive sem futuro, ou, se o quiserem, no contínuo espaço-tempo.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“O sonho, embora com imagens mais fracas, tem lembranças mais fortes e fáceis, por ocorrerem quase sempre no estado consciencial perto da coincidência ou, pelo menos, próximo ao físico; a projeção, conquanto de imagens mais fortes, tem lembranças ou rememorações mais fracas e evanescentes, por se darem à distância e sem a influência direta do cérebro humano. Essa regra é um dos notáveis paradoxos da projeção consciente: quanto mais prolongada seja a experiência e mais distante a excursão do psicossoma ou do mentalsoma, mais difícil será a rememoração.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Ninguém engana a cosmoética. Os ressarcimentos inevitáveis podem aparentemente demorar, mas chegam sempre. Ninguém está livre de ser vítima das próprias obras.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Até que ponto a erraticidade, quando na condição de conscin, predispõe a consciência à erraticidadde após o descarte do soma?”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Há um departamento consciencial de pessoal em cada grande estabelecimento terrestre.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Na raiz de todas as grandes árvores do progresso corre a seiva da abnegação silenciosa e anônima da dimensão extrafísica.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Esteja certo, a projeção consciente é uma herança natural da conscin, realidade acessível a 'todo mundo' que se permite alguma disciplina. O controle da projeção consciente depende do autocontrole dos pensamentos, juízos, desejos, emoções, motivações e afinidades.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Quando despontamos no meio de uma família humana, como pai, mãe, irmão e irmã; acatamos fraternalmente a convivência dentro do lar com a consciência mais equilibrada e a desequilibrada, o tranquilo e o exaltado, o estudioso e o negligente, o intelectual e o menos brilhante, o de contato agradável e o de relacionamento difícil.
E não somos incentivados pela vida nem pela natureza a excluir do roteiro, em razão de preconceitos, antíteses, contradições e paradoxos, aquele mais necessitado de assistência extrafísica segundo os padrões ideais assentados pelos nossos pontos de vista. Pelo contrário, quase sempre em razão da existência desse mesmo companheiro é que fomos chamados ao renascimento dentro de condições pré-montadas.
A ordem natural não está em relegá-lo ao esquecimento, mas em prosseguir com ele à frente.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Em favor do conhecimento multidimensional e do maxifraternismo, torna-se mister somar e não dividir.
Ninguém é posto a evoluir junto por acaso.
A jaça do psicossoma do irmão de convivência reflete-se em nós. A sombra do companheiro próximo escurece o nosso trilho.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Os eventos extrafísicos são imprevisíveis, nunca se tendo a certeza dos rumos e do que realmente vai ocorrer numa projeção, contudo, há sempre profunda relação entre as bases da existência e os acontecimentos fora do soma.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“A consciência não precisa do sono. Quem precisa do sono é o corpo e, em certos casos, o psicossoma. O sonho é o maior protesto da consciência contra o sono. A projeção lúcida é a vitória da consciência contra o sono e o sonho comum.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Quanto mais se exerce a projeção, menos exercícios são exigidos para a sua reprodução.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“A assistênica extrafísica está em toda a parte onde se faz necessária.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“A passagem pela primeira morte, ou projeção final, não transforma ninguém de uma hora para outra. Continuamos a ser nós mesmos, como éramos à época do descarte do soma, até que sobrevenha a transformação interior, as mudanças de opiniões, as ideias novas e se instale o autodomínio holossomático de acordo com o esforço próprio.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“O assédio é um processo estruturalmente mental antes de ser intrafísico. Para haver a implantação do assediador numa câmara mental é sempre necessário que a consciex encontre predisposição psicológica e emocional da vítima.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“O que importa é a vida mental do projetor e não a moldura do mundo intrafísico em seu derredor. Por outro lado, o projetor é indeclinavelmente um experimentador ou explorador. A conjugação dessas condições é inevitável, porque quanto maiores sejam o conhecimento e o interesse pela projeção, melhores serão os resultados obtidos pelo projetor.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Muitos agentes catalíticos podem atuar na projeção do psicossoma, tanto drogas como fatores de outras origens, porém, não os recomendo e indico somente o mais poderoso e seguro: a vontade decidida do projetor.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“A sensação de deixar de respirar é agradabilíssima. Na vida intrafísica não parece, mas a respiração natural é um fardo pesado que o ser humano carrega constantemente.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“A projeção é a continuação da vigília, porém com a expansão da consciência em todos os sentidos.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“A esfera extrafísica evidentemente segue sempre a mesma, o que muda é a percepção da consciência.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“O projetor é uma espécie de atleta transcendente.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“O poder modelador e organizador do pensamento assusta. A influência da mente para formar e moldar o próprio ambiente predomina em qualquer esfera da vida e, com isso, cria resultados impressionantes.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Pensamento e ação se equivalem na prática extrafísica.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“O aparente nada mostrava-se capaz de criar tudo.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Se a gente mesmo muda tanto de uma projeção para outra, o que dizer de um projetor para outro?”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“A dimensão extrafísica é a mentolândia e o universo mental de cada consciência é único, diferente de todos os outros.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Não se pode estabelecer fronteiras para o infinito.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Todos sentiram e compreenderam tudo, até às últimas consequências, num átimo. Alguém esteve lá, ninguém viu, mas todos notaram. Transmitiu a mensagem, ninguém ouviu, mas todos entenderam.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“Abaixo a lágrima, viva o sorriso! A poesia da dor caducou. Há bom humor até na multidimensionalidade.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)



“A criatura não mais acredita, ela sabe. Não tem apenas a crença ou a fé, ela dispõe do conhecimento no rumo da consciência contínua.”
(Waldo Vieira, no livro “Projeções da Consciência”)